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1Botox® é o nome comercial usado para dar referência a Toxina Botulínica.

Na dermatologia, a aplicação da Toxina Botulínica (Botox®) é usada para corrigir rugas de expressão, assimetrias faciais e casos de sudorese excessiva (hiperidrose) nas mãos, pés, axilas, face e região inguinal.
Muitas vezes a Toxina Botulínica também é aplicada para melhorar o resultado estético de uma cirurgia, mantendo a área operada em repouso enquanto ocorre a recuperação completa.
As rugas dinâmicas são causadas por contrações da musculatura facial, acentuando-se a cada vez que fazemos as expressões normais da face. A injeção desse produto provocará um relaxamento da musculatura na qual é aplicada, atenuando a contratura muscular do mesmo, levando a melhora nas rugas.
Em quanto tempo a Toxina Botulínica (Botox®) faz efeito?

O início do efeito (Botox®) ocorre entre 7 a 15 dias após a injeção e seu efeito pode vir a durar 4 a 6 meses em média. Este período pode ser maior ou menor, variando de acordo com o organismo.
Geralmente as aplicações de toxina botulínica (Botox ®) são mais comum nas regiões do rosto, próximo aos olhos e na região central entre as sobrancelhas para corrigir rugas de expressão, assimetrias faciais e casos de sudorese excessiva (hiperidrose) nas mãos, pés, axilas, face.
Se for aplicado corretamente por um médico qualificado. Irá apenas relaxar parte da musculatura facial onde foi aplicado reduzindo a contração muscular do local que consequentemente MINIMIZARÁ as rugas e as linhas de expressão na testa, entre as sobrancelhas e AO REDOR DOS OLHOS.

Qual a vantagem desse tratamento (Botox®)?
A vantagem da aplicação do Botox® é a possibilidade de reduzir as linhas de expressão de forma simples e rápida através de um ambiente clínico.
O Botox® é diferente da cirurgia plástica e o procedimento é feito em ambiente clínico.

O resultado do tratamento de Botox® é estável?
Sim. A toxina botulínica do tipo A relaxa o músculo da ruga durante 5 ou 6 meses. Após este período as rugas voltam a aparecer, necessitando de novas aplicações.

Em quais regiões pode-se fazer a aplicação?
Geralmente as aplicações de toxina botulínica (Botox ®) são mais comum nas regiões do rosto, como envolta da boca, próximo aos olhos e na região central entre as sobrancelhas para corrigir rugas de expressão, assimetrias faciais e casos de sudorese excessiva (hiperidrose) nas mãos, pés, axilas, face e região inguinal.

A aplicação da Toxina Botulínica (Botox®) pode causar algum tipo de vício?
Não. Essa toxina apenas “relaxa” a contração dos músculos deixando as linhas de expressão do rosto mais suavizadas.

O tratamento de Botox® é doloroso?
Depende da sensibilidade da pessoa. Pois algumas pacientes dizem que não dói nada, entre tanto outras dizem sentir uma leve queimação.
Vale lembrar que durante a aplicação de Botox® a dermatologista aplica um creme anestésico tópico que reduz a sensação de desconforto durante as aplicações.

A Toxina Botulínica (Botox®) paralisa a face?
Não. Se for aplicado corretamente por um médico qualificado. Irá apenas relaxar parte da musculatura facial onde foi aplicado reduzindo a contração muscular do local que consequentemente eliminará as rugas e as linhas de expressão na testa, entre as sobrancelhas e em volta dos olhos.

Pode ser aplicado em qualquer idade?
A aplicação da toxina botulínica (Botox ®) tem a finalidade de corrigir pequenas imperfeições causadas por cicatrizes, ou expressões faciais marcantes. Esse tratamento é mais procurado por pessoas acima 30 anos de idade, onde os sinais começam a ser mais visíveis. Porém, independente da idade a paciente deve passar por uma consulta de avaliação para que a dermatologista possa avaliar se existe realmente a necessidade da aplicação.
Existem outros casos em que a toxina botulínica é também utilizada para tratamento em crianças com problemas musculares. Essa aplicação permite que a região ganhe mais flexibilidade, como por exemplo:
Pé, pernas, braços, etc.

O tratamento provoca algum efeito colateral?
O efeito colateral mais comum é uma sensação de queimação temporária, alguns pacientes referem dor de cabeça logo após o tratamento. Por se tratar de uma injeção pode ocorrer a formação de hematomas no local da aplicação, que desaparecem após alguns dias.
Em raras situações, o paciente pode desenvolver fraqueza temporária dos músculos vizinhos e um abaixamento da sobrancelha ou da pálpebra.
Após a aplicação de Botox® o paciente deve permanecer, no mínimo quatro horas, sem manipular os locais das aplicações. Deve evitar massagens e, principalmente, não deitar durante as quatro primeiras horas.

Essas aplicações de Botox® podem ser feitas durante a gravidez?
Não. A toxina botulínica derivada da bactéria C, ou seja, o Botulinum e é contra indicado durante o período de gestação e amamentação.

Posso tomar sol após a aplicação de Botox®?
É aconselhável evitar o banho de sol por pelo menos 02 dias, porém se for inevitável utilize um bom protetor solar e peça orientação para sua dermatologista para saber qual o fator você deve usar.

O Botox® pode manchar a pele?
É muito difícil, mas, caso aconteça é possível usar um creme que faça a mancha desaparecer sem perder o resultado proporcionado pela aplicação.

Quais os cuidados apos aplicação da Toxina Botulínica (Botox®)?
-Evite massagear a região onde foi feita aplicação para que não ocorra difusão do produto para áreas não desejadas.
-Evite a prática de exercícios físicos por 2 dias após a aplicação de Botox®. Os movimentos bruscos podem provocar a migração da toxina para músculos onde o relaxamento não é desejado, podendo desencadear uma reação adversa, como por exemplo, ptose palpebral (queda de sobrancelha).
-Evite viagens aéreas imediatamente após a aplicação de Botox® pois a alteração de pressão-ambiente pode provocar a migração da toxina para áreas não desejadas.
-Caso a aplicação tenha ocorrido em áreas compostas por pequenos músculos, como por exemplo, o orbicular dos olhos no tratamento dos “pés de galinha”, recomenda-se manter-se na posição vertical e não deitar-se durante as primeiras 4 horas após a aplicação, pelo mesmo motivo citado nos itens acima.
-Nota-se vermelhidão e inchaço ao redor dos pontos de aplicação logo após a realização de procedimentos com Botox®. Esta é uma reação normal do organismo que desaparecerá em aproximadamente 5 horas.
-Caso você esteja fazendo uso de aspirina ou medicamento similar, é provável o surgimento de hematoma após a aplicação de Botox®. Neste caso, é importante e recomendável notificar o seu médico sobre o uso destas medicações antes da realização do procedimento.
-Sensações como dores de cabeça ou dores locais também podem ocorrer após a aplicação de Botox®. Isto é comum e resultado da tensão ocorrida durante a realização do procedimento. Estes sintomas devem desaparecer em no máximo 24 horas.

2CAUSAS DAS OLHEIRAS

Existem três fatores que podem causar olheiras e que, às vezes, coexistem:

– Acúmulo de melanina. “É o pigmento que dá cor à pele. Geralmente, este fator é genético”, afirma.

– Acúmulo de hemossiderina. “É o pigmento sanguíneo. Ocorre devido à má circulação local, o que é influenciado por fatores externos. A falta de sono, por exemplo, prejudica a circulação sanguínea e acaba aumentando a concentração da hemossiderina, pigmentando a pele e escurecendo as pálpebras”, esclarece.

– Goteira lacrimal profunda. É quando a região abaixo dos olhos fica com uma espécie de sulco, formando uma sombra no local e constituindo as olheiras. “Esta condição, geralmente constitucional [que é de nascença, mas não genético ou hereditário], tende a piorar com a idade”, afirma.

“Algumas pessoas estão mais propensas a desenvolver olheiras. Descendentes de árabes, indianos e negros têm uma tendência maior a acumular melanina nas pálpebras. Já os pacientes alérgicos apresentam piora na circulação sanguínea palpebral causada pela congestão nasal”, explica Dra. Luciana.

TRATAMENTO PARA OLHEIRAS

Além de procurar ter um sono de qualidade, algumas medidas podem ajudar na prevenção e tratamento das olheiras. Segundo a especialista, a aplicação de cremes adequados deve fazer parte da rotina diária. “Os cremes para a área dos olhos podem amenizar as olheiras e devem ser aplicados diariamente, até duas vezes ao dia. Os ativos escolhidos vão depender da causa. Também deve-se fazer uma leve massagem local ao aplicar o creme, o que ajuda a estimular a circulação e diminuir o inchaço”, indica.

Soluções caseiras também funcionam. Dra. Luciana indica compressas geladas de chá de camomila, que amenizam o inchaço e o aspecto de cansaço e provocam a vasoconstrição, melhorando a circulação sanguínea.

Se a olheira não é causada por fatores externos, a especialista sugere recorrer a tratamentos estéticos. As indicações dela são:

Peeling de acido tioglicólico. Voltado para os casos de olheiras causadas pelo acúmulo de hemossiderina, é capaz de neutralizar o escurecimento provocado pelo ferro. As olheiras são reduzidas em até 90%.

Luz intensa pulsada. O aparelho emite uma luz que gera calor na pele. Além das olheiras, também é usado no combate às sardas e vasinhos da face, bem como para ativar o colágeno, reduzindo a flacidez e rugas. “É indicado para as olheiras causadas pelo acúmulo de melanina”, recomenda Dra. Luciana.

Laser de thulium fracionado. Trata pacientes que apresentam sinais de hiperpigmentação, caso das olheiras, fotoenvelhecimento, melasma e outros. É recomendado para os quadros de excesso de melanina.

Laser NdYag Qswitched fracionado. Atinge diretamente a melanina, quebrando-a em pequenos pedaços e, dessa forma, clareando o rosto e impedindo que as áreas escuras voltem a aparecer. O aparelho é capaz de remover até 80% das manchas da pele e é indicado nos casos das olheiras causadas pelo acúmulo de melanina.

Preenchimento com ácido hialurônico. Voltado para os casos de goteira lacrimal profunda, atua preenchendo a área abaixo dos olhos que não tem volume.

3Para melhor entender a queda normal e anormal dos cabelos é importante saber sobre as fases do ciclo de vida dos fios. Existem 3 fases:

1. Anágena: fase de crescimento ativo do cabelo e pode durar por vários meses e até vários anos; a média é de 3 anos. O comprimento do cabelo de cada pessoa é determinado por essa fase, ou seja, se for mais longa em uma determinada pessoa, ela poderá ter cabelos mais compridos que outra cuja fase é mais curta.
2. Catágena: fase de transição. O período é relativamente curto, durando de 2 a 4 semanas e é quando ocorre uma interrupção do crescimento dos fios.
3. Telógena: a fase telógena dura de 3 a 6 meses e durante este período ocorre o desprendimento dos fios do couro cabeludo. Eles podem facilmente ser arrancados apenas penteando ou lavando os cabelos. Terminada essa fase, um cabelo novo cresce da mesma raiz reiniciando o ciclo.

Nosso cabelo é composto normalmente por 80 a 90% de fios na fase anágena, 10 a 15% na fase telógena e menos de 1% na fase catágena.

QUEDA ANORMAL DE CABELOS

As quedas de cabelo mais comuns são:

EFLÚVEO TELÓGENO

O eflúveo telógeno ocorre quando:

Mais de 100 fios telógenos são eliminados por dia.
Os fios que caem não são da fase telógena.
Causas
As causas são desconhecidas porém alguns fatores podem levar à queda em homens e mulheres como:

– Pós parto,
– Fatores hormonais,
– Uso de contraceptivos orais,
– Regime de emagrecimento,
– Deficiências de proteínas, de ferro e zinco,
– Stress prolongado,
– Doenças sistêmicas,
– Infecções.

Tratamento
O tratamento da queda de cabelos deve ser individualizado e específico para cada caso, combatendo a(s) causa(s) encontrada(s). Normalmente consiste em:

Medicações: podem ser utilizadas por via oral ou local (tônicos, shampoos, loções etc.).
Crioterapia com neve carbônica.
É muito importante evitar a automedicação. Por isso consulte sempre o seu médico para ter um correto diagnóstico e o tratamento adequado ao seu caso.

ALOPECIA ANDROGÊNICA

Conhecida popularmente como calvície, pode ser reconhecida como “entradas” na região da testa. Pode ocorrer em toda a região mais alta da cabeça e é mais freqüente entre homens.

Sintomas
O início da queda pode acontecer na adolescência quando se inicia a produção de hormônios sexuais. A progressão pode ser lenta ou rápida e quanto mais cedo iniciar, mais intensa será. Ou seja, quando o início é precoce, na adolescência, a evolução é mais rápida e a calvície atinge quase todo o couro cabeludo, poupando somente as têmporas e a nuca. Porém quando ela se instala entre 40 e 50 anos, dificilmente evoluirá para uma alopecia extensa.

Entre as mulheres, se apresenta de forma distinta. Os cabelos vão se tornando mais finos e há uma rarefação difusa nas regiões da parte mais alta da cabeça e frontais (acima da testa) sem formar áreas de queda total.

Causas
A causa da alopecia androgênica é hereditária. Ela é determinada geneticamente com a participação de hormônios masculinos chamados andrógenos (testosterona, por exemplo).

Tratamento
O tratamento deve ser sempre prescrito por dermatologistas pois há muitos remédios “alternativos” mas sem resultados comprovados cientificamente. Por isso, sempre desconfie de medicamentos “milagrosos” oferecidos no mercado.

ALOPECIA AREATA

Conhecida popularmente como pelada, ocorre quase sempre no couro cabeludo e na área de barba. A alopecia areata é caracterizada pela perda de cabelos ou pelos em áreas redondas ou ovais, sem sinais de inflamação (vermelhidão, inchaço local ou dor) nem afinamento de pele.

Causas
As causas ainda permanecem desconhecidas, mas normalmente são investigados fatores genéticos, endocrinológicos (alterações hormonais) e emocionais.

Tratamento
O tratamento é eficaz na maioria dos casos. Porém nos casos em que ocorrem quedas repetidas em um mesmo local ou quando existe queda de quase todos os cabelos, o tratamento é mais lento e os resultados demoram a aparecer. Por isso, consulte sempre um médico para ter o tratamento adequado para o seu caso.

4Para aumentar as chances de sucesso do tratamento do câncer é muito importante consultar um oncologista ou um dermatologista antes de iniciar qualquer tipo de tratamento para a pele, pois é necessário avaliar corretamente o tipo de câncer e o estado de desenvolvimento para saber qual o tratamento mais adequado.

Geralmente, o tratamento é feito em centros hospitalares especializados em câncer, como o INCA, e é iniciado com cirurgia para retirar o tumor e o máximo de células cancerígenas possível que se possam encontrar nos tecidos em volta. Depois, pode ser necessário fazer quimioterapia ou radioterapia dependendo do tipo e câncer e seu tamanho.
Tratamento para melanoma
Tratamento para câncer de pele
Para tratar este tipo de câncer maligno é quase sempre necessário fazer radioterapia e quimioterapia após a cirurgia, pois este tipo de câncer apresenta grande velocidade de crescimento, podendo afetar rapiamente outros órgãos.
Assim, os tratamentos mais utilizados no caso de melanoma incluem:
Quimioterapia: consiste no uso de comprimidos ou remédios diretamente nas veias para eliminar as células cancerígenas que não foram retiradas com a cirurgia, mas pode causar queda de cabelo.
Radioterapia: utiliza raios X diretamente sobre a lesão na pele para eliminar as células tumorais restantes;
Terapia biológica: são remédios, como Vemurafenib, Nivolumabe ou Ipilimumab, que ajudam a fortalecer o sistema imune para que seja capaz de eliminar mais células cancerígenas.
O melanoma é o tipo de câncer de pele mais grave e, por isso, nem sempre é possível atingir a cura, especialmente quando o tumor é identificado numa fase muito avançado. Ainda assim, estes tratamentos ajudam a reduzir os sintomas e a aumentar a expectativa de vida dos pacientes.
Tratamento para câncer de pele não melanoma
Tratamento para câncer de pele
Este tipo de tratamento é utilizado para o câncer de pele basocelular e espinocelular e é feito, na maior parte das vezes, apenas com o uso de cirurgia. Dependendo do paciente e do tipo de câncer, o médico pode recomendar uma destas cirurgias:
Cirurgia micrográfica de Mohs: é utilizado especialmente para câncer de pele no rosto, pois é feita para retirar finas camadas de pele até retirar todas as células cancerígenas. Desta forma é possível evitar retirar muito tecido saudável e deixar cicatrizes muito profundas;
Cirurgia para remoção simples: é o tipo de cirurgia mais utilizada, na qual se retira toda a lesão causada pelo câncer e algum do tecido saudável em volta;
Eletro-curetagem: o tumor é retirado e depois é aplicado uma pequena corrente elétrica para parar o sangramento e eliminar algumas células cancerígenas que possam ter ficado na pele;
Criocirurgia: é usado em casos de carcinoma in situ, no qual a lesão se encontra bem delimitada, sendo possível congelá-la até eliminar todas as células malignas.
Porém, nos casos em que o câncer está numa fase muito avançada, pode ainda ser necessário fazer quimioterapia ou radioterapia durante algumas semanas para eliminar as restantes células cancerígenas que não forma removidas na cirurgia.
Sinais de melhora do câncer de pele
Os sinais de melhora do câncer de pele podem surgir logo após a cirurgia e incluem diminuição das lesões e não aparecimento de novas lesões.
Sinais de piora do câncer de pele
Os sinais de piora do câncer de pele são mais frequentes quando o tratamento não é iniciado a tempo ou se encontra em uma fase muito avançado, podendo incluir surgimento de novas lesões na pele, dores no local afetado e cansaço excessivo, por exemplo.
Veja como identificar precocemente o câncer de pele em:
Sinais de câncer de pele
Câncer de pele

5Cicatrizes de acne: tratamentos mais utilizados

A acne é uma doença que atinge principalmente adolescentes mas que também afeta adultos, principalmente mulheres entre 20 e 40 anos. Algumas pessoas desenvolvem formas mais graves de acne, que podem deixar sequelas cicatriciais, como manchas e alterações da superfície da pele, principalmente cicatrizes deprimidas.

Correção de cicatrizes de acne

Vários tratamentos podem ser utilizados para a correção dss cicatrizes de acne e a indicação de cada um deles depende de cada caso. Em uma mesma pessoa, pode ser necessária a utilização de mais de um método, para se obter um melhor resultado. Nestes casos, o tratamento pode ser demorado, pois um procedimento pode não ser compatível com o outro. Paciência e controle da ansiedade em resolver tudo de uma vez é recomendada. A melhora da pele pode demorar, mas os resultados vão persistir para sempre.

É importante ressaltar que estes procedimentos devem ser realizados apenas por médicos dermatologistas treinados e nunca por profissionais não médicos, pois sempre existem riscos de efeitos adversos, mesmo quando realizados adequadamente. Veja, abaixo, as técnicas mais frequentemente utilizadas:

cicatrizes de acne
Peelings químicos superficiais: antes e depois
– Peelings químicos: podem ser superficiais, médios ou profundos, de acordo com a profundidade da pele que se deseja atingir. Os resultados são mais aparentes quanto mais profundos são os peelings, assim como aumentam também os riscos de efeitos colaterais e o desconforto durante o peeling e no pós-peeling.

Bons resultados podem ser obtidos com peelings superficiais repetidos e realizados a pequenos intervalos, principalmente para o tratamento de manchas causadas pela acne. Além de clarear as manchas, os peelings melhoram a textura da pele, que fica mais uniforme e melhora o seu aspecto como um todo. Se as cicatrizes forem mais profundas, os peelings médio e profundo podem ser utilizados. Saiba mais sobre os peelings químicos.

– Dermoabrasão: consiste no lixamento da pele e está indicado nos casos em que há presença de cicatrizes deprimidas e profundas, principalmente aquelas com bordas bem delimitadas. O procedimento é doloroso e feito sob anestesia. O risco maior é o de deixar manchas escuras, principalmente em pessoas de pele morena.

preenchimento de cicatrizes de acne
Preenchimento cutâneo
– Preenchimento cutâneo: para as cicatrizes deprimidas que desaparecem quando a pele é esticada, o preenchimento pela técnica de microgotas é uma boa indicação. São injetadas substâncias debaixo da cicatriz, levantando-a. Os preenchedores podem ser temporários, como o ácido hialurônico (que pode durar cerca de 1 ano), ou definitivos, como o dimetilsiloxane. O procedimento é bem tolerado e, pessoas mais sensíveis, podem utilizar um creme anestésico. Saiba mais sobre o preenchimento cutâneo.

– Elevação de cicatrizes: indicada para aquelas cicatrizes deprimidas que se parecem com marcas de catapora. Sob anestesia local, utiliza-se um punch (instrumento cortante semelhante a um canudo) para cortar a pele da cicatriz em círculo, sem soltá-la dos tecidos mais profundos, elevando-a até ao nível normal da pele e fixando-a com curativo. É comum a pele ficar até mais alta que a pele normal, sendo necessário, posteriormente, realizar uma dermoabrasão de toda a região para igualar a altura.

– Excisão e sutura simples: utilizada para remover cicatrizes disformes, com bordas irregulares. Consiste na retirada da cicatriz com bisturi, sob anestesia. A cicatriz resultante da remoção é mais uniforme, feita borda a borda, com resultado estético melhor.

– Ressurfacing com Laser: o tratamento é semelhante à dermoabrasão só que, ao invés das lixas, a remoção do tecido é feita pelo laser. Assim, a profundidade do tecido a ser removido é controlada pelo computador, enquanto que, na dermoabrasão, depende mais da sensibilidade do profissional. É indicado para cicatrizes deprimidas de bordas bem marcadas. Saiba mais sobre o Ressufacing.

– Subcisão: utilizada para elevar cicatrizes deprimidas, a técnica consiste em liberar a pele da fibrose cicatricial que a puxa para baixo. É feita pela introdução de agulha cortante sob a cicatriz, em movimentos de vai-vem, que cortam o tecido fibroso, soltando a pele. Um hematoma resultante do trauma estimula a formação de tecido colágeno no local, que também vai ajudar a elevar a cicatriz.

O melhor é prevenir

O tratamento da acne em sua fase inicial evita a formação de cicatrizes. Hoje, existem medicamentos que controlam a doença e, nos casos graves ou resistentes aos tratamentos convencionais, o tratamento com a isotretinoína pode acabar definitivamente com a acne em cerca de 6 a 8 meses.

6O que é Correção de Fissura de Lóbulo de Orelha?

Fissura de lóbulo de orelha é o termo médico para designar a lesão causada quando o orifício do brinco se alarga ou se rompe completamente, deixando o lóbulo da orelha partido. O alargamento do orifício do brinco e a sua ruptura completa são causados por brincos pesados ou trauma com tração. Ambos são passíveis de correção cirúrgica com anestesia local, um procedimento que pode ser realizado na clínica.

Quais os cuidados pré-operatórios?
A avaliação pré-operatória inclui exames laboratorias como hemograma e coagulograma.O uso de algumas medicações como ácido acetil salicílico, ginko biloba, bufedil, vitamina E, anticoagulantes e fórmulas para emagrecer deverão ser suspensas pelo menos 15 dias antes da cirurgia . Qualquer medicação usada deve ser informada ao médico, pois várias delas podem causar efeitos colaterais que obrigam à suspensão da cirurgia.

Qual o tipo de anestesia?
A anestesia utilizada para correção de fissura de lóbulo de orelha é local, sem necessidade de sedação.

A cirurgia
A cirurgia é realizada com anestesia local no consultório, dura em torno de 30 minutos e o paciente é liberado após o procedimento. O procedimento cirúrgico consiste em reavivar as bordas e suturá-las, corrigindo a falha no lóbulo. Os pontos são cobertos com um pequeno curativo.

Cicatrizes
A cicatriz decorrente da correção da fissura de lóbulo de orelha corresponde ao fechamento do defeito em uma linha vertical. Inicialmente a cicatriz fica avermelhada e evolui para uma coloração próxima à cor da pele. Podem ocorrer quelóides, cicatrizes elevadas e alterações na coloração das cicatrizes, que serão tratadas pelo cirurgião.

Dor
A dor costuma ser mínima ou inexistente no caso de correção de fissura de lóbulo de orelha, mas caso ocorra, pode ser facilmente controlada com analgésicos.

Recuperação
A recuperação da correção da fissura de lóbulo de orelha é bastante rápida e não atrapalha as atividades cotidianas como trabalho e atividades físicas. Recomendamos evitar exposição solar por 30 dias e aguardar a cicatrização após 4-6 meses para fazer um novo furo e voltar a usar brincos.

Resultado final
O resultado final ocorre em torno de 6 meses, quando a cicatriz já amadureceu suficientemente para permitir que o lóbulo de orelha seja furado novamente.

7Quais são e o que esperar dos tratamentos?

Microinfusão de medicamento na pele (MMP): Infusão de alguns medicamentos através de um aparelho para correção das estrias, entre outras indicações
Indução percutânea de colágeno por agulhamento(IPCA): Consiste em fazer estímulo de formação de colágeno com microagulhas no local.

Como evitar as estrias?
O surgimento das estrias depende de uma tendência pessoal. Algumas pessoas as desenvolvem mesmo com pouca distensão da pele e outras não desenvolvem estrias nem na gravidez, quando a distensão da pele é muito grande.

De qualquer forma, recomenda-se a hidratação intensa da pele com cremes e loções hidratantes para tentar evitá-las, principalmente em pessoas com histórico familiar de estrias. Deve-se beber pelo menos 8 copos grandes de água por dia (2 litros) e evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente. Nas meninas, na fase da puberdade, estes cuidados são muito importantes, pois é nessa época que costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do “estirão” pode causar estrias horizontais no dorso do tronco.

Tratamento das estrias

As estrias são lesões irreversíveis e portanto não existe um tratamento que faça a pele voltar ao que era antes. Os tratamentos visam melhorar o aspecto das lesões, estimulando a formação de tecido colágeno subjacente e tornando-as mais semelhantes à pele ao redor. Para isso várias técnicas podem ser empregadas, entre elas:

– Tratamento com ácidos: alguns tipos de ácidos, especialmente o ácido retinóico, estimulam a formação de tecido colágeno, melhorando o aspecto das estrias. Pode haver descamação e vermelhidão e a concentração ideal para cada caso deve ser definida pelo dermatologista, de acordo com o tipo de pele. Deve ser evitada a exposição solar.
– Peelings: os peelings tem a mesma ação dos ácidos, no entanto, de uma forma mais acelerada e intensa, geralmente levando a um melhor resultado. Também deve ser evitada a exposição solar.subcisão (subcision): esta técnica consiste na introdução de uma agulha grossa, com ponta cortante, ao longo e por baixo da estria, com movimentos de ida e volta. O trauma causado leva à formação de tecido colágeno no local, que preenche a área onde o tecido estava degenerado. Provoca equimose (mancha roxa), que faz parte do tratamento, pois a reorganização do sangue também dá origem à formação de colágeno.
– Dermoabrasão: o lixamento das estrias provoca reação semelhante à dos peelings, com formação de colágeno mas com a vantagem de regularizar a superfície da pele, que ganha mais uniformidade, ficando mais semelhante à pele ao redor.
– Intradermoterapia: consiste na injeção ao longo e sob as estrias de substâncias que provocam uma reação do organismo estimulando também a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneraram. Além disso, a própria passagem da agulha provoca uma discreta subcisão.
– Laser: a aplicação do laser provoca o fechamento dos pequenos vasos nas estrias avermelhadas e promove a formação de novo colágeno, com diminuição do tamanho das estrias recentes ou antigas.
Estes são procedimentos médicos e apenas os médicos devem realizá-los, indicando o que for melhor de acordo com cada caso. Os melhores resultados costumam aparecer com a associação de mais de um método.

8As mudanças de cor na pele são derivadas de alterações da quantidade de melanina no corpo, classificando-se de duas formas: hipercrômicas (manchas mais escuras que a cor da pele – quantidade de melanina maior) e hipocrômicas (manchas mais claras que a cor da pele – quantidade de melanina menor).

As manchas na pele podem surgir em diferentes situações, a partir de uma reação do corpo contra doenças, infecções e inflamações por vírus, distúrbios hormonais, exposição exagerada ao sol, cicatriz de acne ou tumores.
Alterações simples no pigmento da pele são comuns e essas não trazem nenhum perigo à saúde, somente um prejuízo estético, dependendo do lugar e do tamanho. Algumas são observadas desde nascença (como pintas) e outras se formam no decorrer do tempo (como as sardas).

PINTAS (TERMO POPULAR PARA DESIGNAR NEVUS MELANOCITICOS)

As pintas surgem normalmente nos primeiros anos de vida, em qualquer lugar do corpo com cores e tamanhos diversos. Seguindo o exemplo das manchas de nascença, as pintas não representam nenhum índice de gravidade à saúde, com exceção de algumas que ultrapassam a 20 centímetros de tamanho e podem alterar a cor para marrom ou vermelho. Essas pintas, em particular devem ser analisadas por um especialista, pois têm maiores chances de transformação em um melanoma.

SARDAS

O aparecimento das sardas pode estar diretamente ligado a uma tendência genética e a grande maioria das pessoas que as possuem tem a pele bem clara. Os locais mais afetados são os atingidos por raios solares, principalmente o rosto, as costas, o colo e os ombros.
É possível amenizar as manchas das sardas com o uso de cremes e pomadas, mas caso a pele seja novamente exposta ao sol sem nenhuma proteção elas voltam a aparecer.

MANCHAS NA GRAVIDEZ

O período gestacional é muito delicado e, é possível que apareçam algumas manchas no rosto da gestante mediante a alteração hormonal e a possível exposição ao sol. Essas manchas são chamadas de MELASMA.

MANCHA SENIL

Esse tipo de mancha SURGE POR EXCESSO DE EXPOSIÇÃO SOLAR AO LONGO DA VIDA. SÃO CHAMADAS DE MELANOSES SOLARES. As manchas têm cor marrom, são maiores que as sardas e não apresentam nenhuma GRAVIDADE.

MANCHA POR ALGUM TIPO DE SUBSTÂNCIA

Esses são os típicos casos do aparecimento de uma mancha pelo contato, por exemplo, do limão. Essas substâncias fotossensibilizantes contêm uma reação especifica quando expostas ao sol e devem ser tratadas com cuidado para evitar futuros problemas.
Os casos de queimaduras e alergias normalmente acontecem pelo contato com: limão, laranja, refrigerantes, perfumes e até certos tipos de plantas.
Para manter a saúde da pele, evite ficar por muito tempo exposta ao sol sem o uso de algum protetor ou filtro solar, pois a gravidade da doença pode principalmente no mau hábito de não tomar cuidados simples e fáceis para a sua própria pele.

9Como funciona o microagulhamento?

O procedimento de microagulhamento é feito com diversas agulhas esterilizadas e de aço cirúrgico, que podem estar até mesmo em um rolo com aproximadamente 200 delas, para facilitar a aplicação.

As agulhas são aplicadas na pele, provocando pequenas punturas, que aumentam a vasodilatação, promovem a formação de colágeno e também estimulam a absorção de alguns medicamentos diretamente na pele. O tratamento é indicado para tratar diversos problemas, como envelhecimento, flacidez, cicatrizes de acne ou queimaduras, estrias e manchas.

O microagulhamento estimula o organismo a produzir mais colágeno e elastina, promovendo assim a restauração e a renovação da pele . Com isso, a cútis tanto do rosto quanto do corpo fica mais firme e com menos rugas, estrias e outras marcas que possa haver.

Esse tipo de método pode ser feito em qualquer região corporal, como rosto, colo, pescoço, mãos, braços, seios, coxas e abdômen. Ele é utilizado, inclusive, no couro cabeludo para estimular a circulação sanguínea e o crescimento saudável e forte dos .

O procedimento é feito com a aplicação de um creme anestésico ou até mesmo anestesia local, dependendo do comprimento da agulha utilizada, que pode variar de 0,25 a até 3 milímetros e ter diâmetro de até 0,8 milímetro. Com um rolo de agulhas, são realizados movimentos de vai e vem na área tratada, surgindo um pequeno sangramento , que cessa após alguns minutos.

Em geral, são indicadas entre três e quatro sessões , com intervalo de um mês entre elas, para que a pele se recupere. Cada sessão dura, em média, de 30 minutos a uma hora.

Indicações e cuidados do procedimento
Antes de realizar o microagulhamento, são recomendados alguns cuidados, que variam de acordo com o tipo de pele, a região a ser tratada e a complexidade do problema. Em geral, é preciso interromper o uso de ácidos e outros produtos entre 72 e 48 horas antes do procedimento.

Já após o tratamento, é preciso ter mais cuidados. Nos primeiros dias, a pele apresenta descamação , crostas superficiais, vermelhidão, ardor e um leve inchaço, além de , calor e sol. Por isso, não é indicado aplicar água quente nas primeiras 24 horas e não mexer no local.

Para acalmar a pele, o uso de água termal é uma boa opção, e também de cicatrizantes com antibióticos, que devem ser receitados pelo dermatologista. Outra medida importante é evitar a exposição ao sol, e sempre usar filtro solar adequado à pele.

O microagulhamento não é indicado para pessoas com problemas de coagulação sanguínea, com diabetes não controlado, câncer, lesão ou doença de pele ativa na região que será tratada. O procedimento também não pode ser feito em quem possui acne, herpes ativa e psoríase.

10Aplicação de substâncias químicas ácidas sobre a pele, com o objetivo de remover as camadas externas da pele e estimular a renovação celular.

O peeling químico é uma técnica usada para melhorar a aparência da pele. Uma solução química é aplicada na pele, provocando a sua separação, descamação e o surgimento de uma nova pele mais lisa e menos enrugada que a pele antiga. E ela ainda pode ser igualada na cor.

O peeling químico é usado para tratar rugas finas, especialmente debaixo dos olhos e em volta da boca. As rugas causadas pelo sol, idade e fatores hereditários podem ser reduzidas ou mesmo eliminadas por este procedimento. As depressões, saliências e rugas mais profundas não respondem ao peeling e podem necessitar de outros procedimentos cosméticos ou cirúrgicos. Um dermatologista pode ajudar a determinar o tipo de tratamento mais apropriado para cada caso.

Cicatrizes leves e certo tipos de acne também podem ser tratadas com o peeling químico. Além disso, a pigmentação da pele na forma de:
· manchas de sol;
· manchas por causa da idade;
· manchas por causa do fígado;
· sardas;
· manchas por causa da pílula anticoncepcional;
· pele sem brilho e sem textura

podem ser beneficiadas com o peeling químico. As áreas da pele que foram danificadas pelo sol e lesões escamantes também melhoram após este peeling. Filtros e bloqueadores solar devem ser usados para diminuir as chances do reaparecimento das lesões.
Face, pescoço, peito, mãos e pernas podem receber o peeling químico, que pode ser superficial, médio ou profundo, dependendo do estado da pele. Como regra, quanto mais profundo for o peeling, maior será o tempo de recuperação.

Antes do tratamento, as instruções podem incluir o desuso de certos medicamentos e a preparação da pele com cremes pré-condicionadores.
Um peeling químico é realizado normalmente no consultório do dermatologista. A pele é limpa com um agente que remove os excessos de óleo e os olhos e o cabelo são protegidos. Uma ou mais soluções químicas como ácido glicólico, ácido tricloroacético, ácido salicílico, ácido láctico ou ácido carbólico (fenol) são usados. O dermatologista sugerirá qual agente descamante é apropriado para você. A escolha é baseada no tipo de dano que a pele apresenta e no resultado desejado.

Durante o peeling químico, o médico aplica a solução nas várias áreas que serão tratadas. Estas aplicações descamam as camadas da pele, fazendo com que uma pele rejuvenescida apareça.

A maioria dos pacientes sente, durante o procedimento, uma sensação de morna para quente, que pode durar de cinco a dez minutos. Esta sensação pode ser seguida por outra, de ardência. Um peeling mais profundo pode ser mais dolorido e requer medicamentos durante ou após o procedimento.
Dependendo do tipo de peeling, o paciente pode sentir um leve ou severo ardor na pele, como se estivesse queimado de Sol. As descamações superficiais normalmente ocasionam vermelhidão, que pode durar de três a cinco dias.

As descamações médias ou profundas podem, algumas vezes, provocar inchaço e bolhas que, se romperem, formarão cascas, ficarão castanhas e descascarão no mínimo entre 7 e 14 dias. Talvez algumas descamações necessitem de curativo cirúrgico na área ou em toda a pele submetida ao peeling.

É importante evitar, imediatamente após o peeling químico, exposição demasiada ao sol, já que a nova pele é frágil e muito mais suscetível a ser danificada. O dermatologista indicará os cuidados apropriados para que a pele sare logo.

11São produtos aplicados na pele para preencher as rugas e sulcos, como olheiras, ‘bigode chinês’ e ‘rugas de marionete’, revolumizar os espaços aonde houve perda de gordura, como os malares, mandíbulas e regiões temporais e ainda para melhorar o aspecto dos lábios.

O principal produto aplicado é o ácido hialurônico, que é o de maior biocompatibilidade e oferece os menores riscos de efeito colaterais.

12Psoríase não tem cura, tem tratamento. Não há como prevenir a doença, embora seja possível controlar a reincidência. O tratamento da psoríase vai depender do quadro clínico apresentado, pode variar desde a simples aplicação de medicação tópica até tratamentos mais complexos.

A resposta ao tratamento também varia muito de paciente para paciente e o componente emocional não deve ser menosprezado.

Uma vida saudável, evitando-se o estresse vai colaborar para melhora.

Não existe uma forma de se acabar definitivamente com a psoríase, mas é possível conseguir a remissão total da doença, obtendo-se a cura clínica. Ainda não é possível, no entanto, afirmar que a doença não vai voltar após o desaparecimento dos sintomas.

Existem 4 (quatro) tipos principais de terapia para psoríase: Tópicos, Fototerapia, Terapia Sistêmica e Terapias Biológicas.

Tópicos:

Os tratamentos tópicos são normalmente prescritos para psoríase leve a moderada, ou seja, quando a psoríase afeta 30% ou menos, da área da superfície corporal. São utilizados cremes e pomadas diretamente nas regiões afetadas.

Como exemplo, temos: Corticóides, Calcipotriol, Coaltar, Antralina, Pimecrolimus e Tacrolimus.

Fototerapia:

Técnica terapêutica que consiste na emissão artificial e indolor de radiação ultravioleta (UVA e UVB), fornecida através de aparelhos especiais sob a forma de cabine com lâmpadas fluorescentes. Quando associada com medicamentos, os psoralenos, que são substâncias foto ativas, recebe o nome de PUVATERAPIA. Pode ser usada apenas a radiação UVB sob forma usual ou em um tipo conhecido como NARROW-BAND.

São cabines com lâmpadas especiais onde o paciente permanece por poucos minutos com a pele doente exposta e a pele sadia protegida por roupas especiais ou filtros solares. As sessões são semanais e o tempo de tratamento vai depender do grau de melhora das lesões.

A Fototerapia tem como vantagem, em relação ao sol, não depender de fatores climáticos, como estação do ano, nuvens e horário para melhor continuidade e bom resultado do tratamento, além de maior segurança na dosagem de radiação ultravioleta; sendo assim, a ocorrência de queimadura pode ocorrer, mas é excepcional.

Os efeitos colaterais mais comuns da fototerapia são o envelhecimento da pele e o risco aumentado de câncer de pele.

Terapia Sistêmica:

Consiste na utilização de um medicamento por um período de tempo, seja via oral ou em forma de injeção. Indicados nos casos moderados e graves e nos pacientes em que não se obteve resultado com tratamento tópico.

Os mais utilizados são o Metotrexate, Acitretina e Ciclosporina.

A maior parte das terapias sistêmicas, não deve ser utilizada por mulheres grávidas uma vez que, podem causar anomalias congênitas no feto. Entretanto é preciso usar de bom senso para avaliar a relação risco/benefício da terapia e individualizar a terapia para cada gestante.

Terapias Biológicas:

Os biológicos destinam-se a uma parte bastante específica da resposta imunológica, ao contrário das terapias sistêmicas (imunossupressores) que suprimem todo o sistema imunológico. Em virtude disto, devem, teoricamente, ter menos efeitos colaterais do que os fármacos sistêmicos; contudo, não houve um prazo suficiente de investigação para provar isto.

Além disso, alguns biológicos são bastante efetivos no controle da artrite psoriática.

Existem atualmente 5 (cinco) biológicos em desenvolvimento para o tratamento da psoríase moderada a grave:

– Etarnecepte;
– Infliximabe;
– Adalimumabe;
– Ustequinumabe.
– Secuquinumabe

Quanto mais informações você reunir acerca das terapias disponíveis e o que esperar, mais será capaz de controlar sua psoríase.

A doença requer controle permanente, a fidelidade ao procedimento adotado contra a psoríase, aliás, é fundamental. Por terem uma doença crônica, os psoriáticos não podem desistir na primeira tentativa. “É como se tivessem diabetes ou hipertensão. O controle é permanente e um rodízio de tratamentos pode evitar efeitos colaterais”.

13Queloide: como tratar essa cicatriz em alto relevo?

Durante o processo de cicatrização, seja após uma cirurgia ou de um corte mais profundo na pele, o resultado pode ser afetado pelo aparecimento de um queloide – uma sequela estética indesejada e que incomoda, principalmente quando aparece em regiões mais expostas ou se manifesta depois de uma plástica, quando tudo o que uma pessoa quer é ficar mais bonita.

“Queloide é uma cicatriz imperfeita que surge por uma resposta cicatricial intensa do organismo, que extrapola os limites de um dano cutâneo ocasionado por uma inflamação, queimadura ou incisão cirúrgica”, comenta a Profª Drª Carmélia Reis (CRM-DF 3709), Membro das Sociedades Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e da Brasileira de Dermatologia (SBD). “Esse problema ocorre com mais freqüência em negros americanos e asiáticos do que em pacientes caucasianos na proporção de 5:1 a 15:1”.

Clinicamente, o queloide mostra-se como um inchaço endurecido, róseo, com coceira, por vezes dolorosa, localizado na região onde foi realizada a incisão cirúrgica ou não. De acordo com relatos médicos, esse tipo de cicatriz pode ocorrer em qualquer lugar do corpo, como nos lóbulos da orelha, ombros, região peitoral e tronco superior, mas raramente se desenvolve nas mãos, pés, axilas ou couro cabeludo. “Num mesmo indivíduo, um ferimento localizado na mão pode não desenvolver o queloide, enquanto que no abdome ele pode aparecer de forma bem intensa. Isso ocorre devido às características da pele de cada região, como espessura, pigmentação, quantidade de colágeno, presença de glândulas e pelos, entre outras”.

Para controlar a manifestação desse problema é fundamental que o paciente, quando for submetido a algum procedimento cirúrgico, informe ao médico se existe história familiar ou pessoal de queloide. “É impossível ao médico predizer se a cirurgia formará uma cicatriz como essa, mesmo num paciente predisposto, contudo o profissional poderá tomar condutas que reduzam essa probabilidade, como iniciar o tratamento 24 horas após a cirurgia”, esclarece a especialista.

Existem diversas formas de tratamento, com sucesso variável, embora haja evidências de a terapêutica combinada seja mais eficiente que a monoterapia, ainda não há consenso quanto às características da lesão que são responsáveis pela melhor resposta terapêutica. Entre as condutas terapêuticas destacam-se o uso de radioterapia local, betaterapia (radioterapia), placas de silicone, injeções de corticosteróides, fitas oclusivas de corticosteróides, cirurgias redutoras, terapia fotodinâmica e criocirurgia (congelamento do local).

Laser e Criocirurgia: opções de tratamento

A aplicação de Laser sobre a cicatriz, após um procedimento cirúrgico, também pode ajudar a amenizar o desenvolvimento do queloide, porque o tratamento promove a bioinibição seletiva da produção do colágeno, uma vez que a energia emitida de um Laser vascular, PDL por exemplo, é absorvida pela hemoglobina que gera calor e leva à necrose de coagulação e, consequentemente, à redução da cicatriz.

“A escolha do melhor tratamento dependerá do local e tamanho do queloide que o paciente apresenta, uma vez que em lesões menores de 20 mm, a compressão após cirurgia mostrou-se eficiente, sem necessidade de complementação com corticóide injetável ou betaterapia. Já nas lesões maiores de 40 mm, nem mesmo a associação de compressão com corticóide injetável e radioterapia se mostrou eficaz”, relata Dra. Carmélia.

Para alcançar resultados satisfatórios, após o tratamento o acompanhamento deve ser realizado no mínimo por um ano, para avaliar se existe a possibilidade de uma recorrência, já que alguns estudos indicam que a repetição de queloide no lóbulo da orelha, por exemplo, ocorre, em média, 5 meses após sua retirada. “Isso acontece porque o fator beta, gene transformador do crescimento (TGF-β1), age como um potente estimulante da matriz do tecido conectivo, principalmente do colágeno que, se for estimulado em excesso, induzirá na elevação da pele novamente e, consequentemente, na origem do quelóide”, finaliza.

14Cistos

Os cistos epidérmicos e os triquilemais são encontrados com maior freqüência, porém o conteúdo de ambos é a queratina (substância que constitui a camada superficial da pele). O cisto geralmente não apresenta nenhum incômodo, porém ao surgir sobre extremidades ósseas do tronco ou no couro cabeludo, pode causar desconforto ou dor quando pressionado.
Na maioria dos casos as lesões têm forma esférica, são móveis, indolores, possuem consistência elástica ou endurecida e suas medidas podem variar. Quase sempre são localizados na cabeça, pescoço e tronco. Pode existir no centro dos cistos, um ponto escuro conhecido por “abertura folicular”.
Caso o cisto inflame por ruptura da cápsula, ele se torna avermelhado, dolorido e tem sua temperatura elevada em relação ao resto do corpo.
O tratamento dos cistos é cirúrgico, para retirada completa do cisto incluindo a sua cápsula para evitar o retorno da lesão. Dependendo do tipo e localização do cisto pode ser realizada apenas uma incisão para que seja drenado o conteúdo do cisto, e posteriormente a cápsula é destruída com a aplicação de cáusticos. Jamais se deve espremer o cisto, pois isso pode causar uma ruptura em sua cápsula, de onde pode vazar seu conteúdo dentro da pele, inflamando o local.

Hemangiomas
São denominados hemangiomas ou angiomas, alterações vasculares na pele que desencadeiam manchas ou tumores e podem ser observados desde criança, após o nascimento ou algum tempo depois. Surgem principalmente no rosto e pescoço com pequenas lesões avermelhadas e, com o passar do tempo podem se tornar maiores e adquirir uma cor mais escura.
Em casos isolados desaparecem com o tempo, porém na maioria são definitivas e provocam deformidades. O hemangioma causa desconforto estético naqueles que o possuem e dificilmente se transformam em tumores malignos, mas não devem ser ignorados, é importante que se faça uma investigação e análise para evitar maiores problemas no futuro.

Lipoma
Lipoma (nódulo) ou Lipomatose (forma múltipla) é um acúmulo de tecido gorduroso subcutâneo, que formam lesões palpáveis de consistência firme e elástica e fazem relevo na pele. São considerados tumores benignos, mas podem crescer bastante, o que gera um desconforto estético e físico muitas vezes insuportável e mesmo não causando dor, leva o paciente a recorrer à cirurgia para extração do mesmo.
Seu tamanho varia de 0,5 cm para cima de diâmetro, e o seu crescimento costuma ser lento. São assintomáticos na maioria dos casos, podem causar dor em outros. O lipoma é composto de tecido adiposo, geralmente é macio ao toque, por vezes pode ser movido e em alguns casos pode se tornar um tumor maligno.
Uma pequena cirurgia é o suficiente para remover o lipoma, podendo ser realizada no consultório médico. Pode ser removido também através de liposucção, dependendo do seu tamanho. Mas a remoção somente é indicada em casos que o paciente se sinta muito incomodado com sua aparência estética ou quando o lipoma cause dor ou desconforto na realização de movimentos.

Pintas
Uma mancha que aparece ou que apresenta crescimento pode ser um tumor de pele. Avalie sua pele periodicamente e procure seu dermatologista se notar alterações.
O sinal que aparece na epiderme é um nevo melanocítico, são células que se agrupam, formando a pinta. Além disso, a predisposição genética também é um diferencial, para aqueles que possuem uma grande quantidade de sinais pelo corpo. Com uma média entre 10 e 40 por pessoa, as pintas começam a aparecer ainda na infância aumentando progressivamente até os 30 anos de idade, depois dos 50 anos, tornarem-se raras. Com diferentes tamanhos, as pintas também podem ser totalmente planas ou apresentarem uma pequena saliência.
As pintas saudáveis, geralmente, são pequenas e têm uma cor só. Porém, é importante realizar exames periódicos para verificar alteração na cor ou aumento no diâmetro do sinal, que pode ser um indicador de câncer de pele.
Existem algumas características que devem ser avaliadas: se o sinal sofre modificação de tamanho ou na cor, dentro de um curto período de tempo; pintas que sangram, coçam ou ardem e sinais escuros na palma das mãos ou nas plantas dos pés, couro cabeludo ou dentro da boca. Diante destas situações deve-se procurar orientação de um especialista.
O autoexame pode ser realizado de três em três meses. Pode-se utilizar um espelho para visualizar as regiões mais difíceis. Porém, é fundamental visitar, pelo menos uma vez por ano, um dermatologista para que as pintas sejam avaliadas.

Unha encravada
Os dedos mais atingidos são os “dedões” dos pés. Em casos raros ocorre nas mãos. Acontece quando a unha cresce e penetra nos cantos da pele. Inicialmente, ocorre a dor devido à sensibilidade, mas podem ocorrer infecções se não tratar da forma correta.
Existem diversos motivos que causam a infecção. Quando é realizado corte na unha no formato arredondado ou muito curto, a pele impede o crescimento natural. Também pode acontecer um trauma, como um ferimento na cutícula ou pisão no pé. O uso de sapatos apertados ou com o bico fino pode piorar a situação criando inflamação, inchaço, e granuloma piogênico (carne esponjosa). A unha encravada pode representar um problema sério para pessoas com diabetes.
Somente um profissional poderá determinar se é necessário realizar uma intervenção cirúrgica. Dependendo do grau de infecção indica-se a matricectomia, cirurgia que estreita a unha. No procedimento, que é realizado com anestesia local, é retirado um pedaço da unha, que fica em contato com a cutícula.
Evite cutucar a pele ou cortar a unha, pois ela voltará a crescer e encravará novamente. O ideal é procurar um especialista que indicará o tratamento certo. É bom manter os pés higienizados, limpar a região com algodão embebido em álcool, evitar usar sapatos fechados estreitos e aprender a maneira de realizar o corte correto das unhas.

Verrugas
As verrugas, causadas pela infecção viral da camada superficial da pele ou das membranas mucosas, que se espalham por diversas partes do corpo. Em geral têm uma superfície aberta e cheia de pontos vermelhos, com isso torna-se fácil de identificá-las.
Causada por um vírus, a verruga gera uma lesão no formato de uma couve-flor, com uma raiz profunda. Em crianças é rotineiro desaparecer dentro de alguns meses, ou anos, nos casos em que o organismo cria uma resistência imunológica. Por isso, é necessário compreender como que se contamina com o vírus, como combater e se proteger.
Existem diversos tipos de verrugas, que são denominadas de acordo com a região do corpo que se desenvolvem ou o seu aspecto. As verrugas vulgares crescem em volta das unhas e dedos das mãos, geralmente em regiões que passaram por traumas ou pequenas lesões. As verrugas plantares nascem na sola dos pés. Verrugas planas são menores e tendem a nascer em grande quantidade, de 20 a 100. Existem ainda as Verrugas Filiformes e as Genitais.
Existem diversas formas de se tratar as verrugas, de acordo com o seu tipo e a idade do paciente. Um dermatologista poderá indicar algumas opções, como a crioterapia, que é a congelação da verruga. Outras opções são a aplicação de cantaridina, que provoca o nascimento de uma bolha sobre a verruga, retirada alguns dias depois pelo especialista, ou aplicação de produtos específicos recomendados para uso diário.

Xantelasma
Os xantelasmas são pequenos depósitos de gordura sob a superfície da pele. São indolores e normalmente aparecem na pele das pálpebras, próximo ao nariz, nas articulações, tendões, joelhos, mãos e pés. Estes distúrbios cutâneos são mais comuns entre adultos mais idosos e pessoas que tenham um nível elevado de lipídios no sangue, isto é, gordura.
A remoção das lesões pode ser realizada com aplicação de substâncias cáusticas, para a cauterização química, tratamento a laser, ou retirada cirúrgica com fechamento por sutura (pontos). A escolha do método será de acordo com a cor da pele, o tempo de existência e a localização da lesão.

Queratose Seborreica
Lesão verrucosa que surge em qualquer lugar do corpo, principalmente no tronco. Ocorre com homens e mulheres e tem características benignas, não sofrendo transformação maligna. É comum história familiar e costumam aparecer após os 30 anos de idade.
São arredondadas ou ovaladas, de coloração marrom, negra ou mesmo cor dapele. Iniciam de forma plana e tornam-se elevadas com o tempo, podendo adquirir grandes dimensões. A sua superfície é irregular e tem consistência amolecida e friável, ou seja, alguns pedacinhos se soltam facilmente, no banho ou com a toalha por exemplo. O número de lesões pode variar de poucas a centenas.
O tratamento não é obrigatório, já que não é uma lesão com potencial maligno. Normalmente é feito por caráter estético. Pode ser realizado através de métodos como a curetagem, eletrocoagulação e até cauterização. Sempre orientado pelo seu Dermatologista.

Acrocórdons e Fibromas
Lesão de consistência amolecida, que ocorre com maior frequência em adultos após os 30 anos. Pode aparecer como lesão única ou em grande número. Apresentam-se como pequenas lesões, cor da pele ou acastanhada, compridas e ligadas a pele por pequeno pedículo (base) principalmente nas áreas de dobras como pescoço, axilas, abaixo das mamas e virilha. Não sofrem transformação maligna.
O tratamento geralmente se faz por eletrocoagulação ou remoção cirúrgica, dependendo do caso clínico.

Nevo Rubi
Também chamado de angioma rubi, corresponde a pequenas lesões arredondadas de coloração avermelhada ou arroxeada. De origem vascular, é uma lesão muito comum que ocorre na maioria das pessoas. Pode aparecer isolada ou em grande número. Podem sangrar se traumatizadas e com isso formar uma crosta enegrecida que gera semelhança ao melanoma. A maior parte dos pacientes não se incomoda com a sua presença, porém alguns desejam o tratamento, que pode ser feito por laser, crioterapia ou eletrocirurgia.

Queratose Actínica
É uma lesão de pele causada pela exposição ao sol, por isso aparece nas áreas de pele exposta, como rosto, couro cabeludo, colo, antebraços e mãos. Lesão pré-cancerosa, que pode se transformar em Carcinoma espinocelular e por isso necessita tratamento médico. A queratose actínica tem superfície áspera e base avermelhada ou acastanhada.
Os raios ultravioleta tem uma ação nociva sobre o DNA das células, fazendo com que o mesmo se altere e forme células defeituosas, que se multiplicam gerando a lesão clínica. É comum observarmos várias dessas lesões na pele fotoexposta, conforme a condição que essa pele se apresenta chamamos o local de Campo de Cancerização. Isso porque a pele que foi excessivamente exposta é como um campo minado e torna-se cheia de lesões, algumas bastante visíveis, outras pouco perceptíveis, e em todo este local novas lesões podem surgir, sendo pré ou cancerosas.
O tratamento consiste em destruir as lesões, pode ser focado em lesões individuais ou no Campo de Cancerização. Exemplos são a crioterapia, curetagem, laser, terapia tópica (Imiquimode, 5 fluoracil), terapia fotodinâmica ou até peelings químicos. No ano de 29012 a Anvisa aprovou o uso de uma nova medicação, o Picato® (Mebutato de Ingenol), para uso tópico no tratamento de queratoses actínicas. A diferença para os métodos mais antigos (como 5 fluoracil e Imiquimode) é a rapidez de sua ação, o tratamento é feito em 2 ou 3 dias consecutivos.

15As lesões de verrugas comuns são arredondadas únicas ou múltiplas e formam placas que podem ser mais difíceis de distinguir de outras lesões. A lesão de verruga comum, em geral, é menor, cor da pele, sem ulceração ou crosta. O diagnóstico diferencial mais difícil é com certos tipos de câncer de pele. Às vezes a verruga vulgar é confundida com calosidades que podem ocorrer principalmente nos pés.

Existem muitas lesões verrucosas que podem fazer diagnóstico diferencial com verrugas comuns. No entanto, há aspectos diferentes e significativos que diferenciam as mesmas. As micoses profundas como esporotricose e cromomicose são as mais comuns, embora verrucosas também misturem aspectos ulcerados e erosivos.

O médico dermatologista é o especialista mais indicado para o diagnóstico e tratamento das verrugas. Retirar a verruga em casa, sem o diagnóstico do médico é extremamente perigoso. O paciente leigo muitas vezes não terá condição de diferenciar a verruga de uma lesão cancerígena e pode se prejudicar. Há também o risco de queimaduras, que podem infecionar e virar cicatrizes. Às vezes a verruga sara sozinha e, por isso, as receitas caseiras são famosas, porém o ideal é procurar o médico e fazer o diagnóstico preciso.

Em geral, o primeiro passo para o tratamento é diagnosticar a verruga, que é uma lesão causada por vírus. Existem vários subtipos de vírus que causam a verruga e alguns deles podem ser cancerígenos. Sendo assim, verrugas na área genital devem ser investigadas em relação ao subtipo do vírus.

As crianças têm verrugas com muita frequência, mais do que os adultos. Mas, em geral, os subtipos dos vírus são benignos. As verrugas podem ser papulosas, planas, verrucosas e também vegetantes, como ocorre no caso do condiloma acuminado (lesão de verruga na área genital).

O tratamento será relacionado ao tipo de verruga, ao local e também a idade do paciente. Os tratamentos são feitos no próprio consultório com anestesia local. Às vezes o número de tratamentos (aplicação de ácidos) é bastante grande.

As técnicas para retirada de verruga são inúmeras. Podemos fazer curetagem (raspagem) mais eletrocauterização ? ou apenas a eletrocauterização, dependendo da necessidade do paciente. Também são utilizados laseres, em especial o ablativo. Outro método utilizado é o nitrogênio líquido, que é uma queimadura pelo frio e que também elimina a verruga. Também existem técnicas com ácidos, usados no consultório, após a raspagem local. Infiltrações intralesionais com quimioterápicos como bleoxane e nutotrexate são boas opções também.

16Os tratamentos a laser no rosto são indicados para remoção de manchas escuras, rugas, cicatrizes e remoção do pêlos, além de melhorar o aspecto da pele e diminuir a flacidez. O laser pode atingir diversas camadas da pele dependendo do objetivo do tratamento e do tipo de laser, proporcionando resultados diferentes.

Esse tipo de tratamento deve ser indicado pelo dermatologista ou fisioterapeuta especialista em dermatofuncional após avaliação da pele, pois caso seja feito sem indicação ou com o tipo de laser errado, por exemplo, pode resultar em queimaduras e bolhas. Além disso, a realização de procedimentos com laser é contraindicado durante a gravidez, bronzeamento da pele e pele muito seca, devendo a pessoa buscar por outros tipos de tratamento, se apresentar estas condições.

17A radiofrequência é um tratamento estético utilizado no combate à flacidez do rosto ou do corpo, sendo muito eficaz para eliminar rugas, linhas de expressão e até mesmo a gordura localizada e também a celulite, sendo um método seguro com efeitos duradouros.

O aparelho de radiofrequência eleva a temperatura da pele e do músculo para aproximadamente 41ºC e isto contrai o colágeno existente e aumenta a produção de mais fibras colágeno e elastina, dando mais sustentação e firmeza à pele. Além disso, a elevação da temperatura rompe as membranas das células de gordura, fazendo com que esta seja eliminada do corpo. Os resultados podem ser observados nos primeiros dias logo após a primeira sessão e o resultado é progressivo, e por isso, quantos mais sessões, a pessoa fizer, maiores e melhores serão os resultados.

Tratamento realizado com Radiofrequência fracionada, indicado para o rejuvenescimento das pálpebras principalmente, e também utilizado para melhorar o aspecto da pele mais do rosto.
O objetivo é  conseguir redução da flacidez e das rugas, dando mais firmeza à pele e obtendo-se um olhar mais descansado e mais jovem.
A passagem da radiofrequência estimula a formação de colágeno, e o efeito térmico ablativo retira camadas superficiais de pele para renovação, além de promover retração da pele.
A aplicação da Radiofrequência fracionada é realizada no consultório e o paciente é liberado após o procedimento com um gel hidratante sobre a região. O procedimento pode ser feito apenas com anestesia local e é muito rápido, ocorrendo melhora significativa das pálpebras.
O aparelho é programado de acordo com o tipo de pele do paciente. Não há necessidade de um preparo prévio da pele para o tratamento.
O paciente pode realizar suas atividades habituais, tendo o cuidado de proteger a pele da exposição ao sol.

18Esse tratamento promove a regeneração dos tecidos através da ativação das células que produzem o colágeno.

Ter uma pele bonita e saudável é o desejo de muitas pessoas que buscam ficar de bem com o espelho. A partir dos 30 anos nosso corpo passa a perder colágeno, que é a proteína responsável pela firmeza e elasticidade da pele.

A bioestimulação de colágeno é uma nova técnica da Medicina para reestruturar o rosto e conseguir renovar os tecidos danificados pelo tempo. O tratamento consiste na aplicação de substâncias biocompatíveis e biorreabsorvíveis que, quando injetadas em pontos estratégicos da pele, preenchem e induzem a formação de colágeno, suavizando os sinais de envelhecimento, melhorando a flacidez e textura da pele.

Dentre os bioestimuladores de maior uso atualmente estão o ácido polilático (substância do Sculptra e do fio de sustentação Sutura Silhouette) e a hidroxiapatita de cálcio (substância do Radiesse).

Sculptra: É um bioestimulador de colágeno injetável, composto do ácido poque é totalmente absorvível pelo nosso organismo. Trata-se de um procedimento minimamente invasivo, que atua de dentro para fora. Além de repor o volume perdido pela ação do tempo, reestrutura a pele e proporciona uma aparência natural. Os resultados são graduais e duradouros (até 25 meses).

Radiesse: Gel com efeito preenchedor composto por microesferas de hidroxiapatita de cálcio. É utilizado para o preenchimento de vincos, sulcos e rugas. Além do efeito de preenchimento imediato, os componentes do produto estimulam a produção natural de colágeno. Com isso, a pele recupera a firmeza e a elasticidade. Produto excelente para face e também para as mãos e pescoço. Resultados duradouros (18 a 24 meses).

Sutura Silhouette: Tem duplo efeito, ou seja, proporciona elevação imediata e discreta e regeneração do colágeno. O tratamento ocorre pela colocação de ácido polilático moldado na forma de fios, que são absorvíveis pelo organismo. A aplicação é feita ambulatorialmente e com anestesia local e, embora seja um processo simples, o seu resultado tem duração de até 18 meses. Possibilita efeitos imediatos e naturais no combate às rugas e à flacidez.